Ele caminhava, sem saber exatamente onde seus pés o levavam. Mas na real, não eram seus pés que o guiavam. A voz do coração ele escutava. Durante a caminhada, ele observava a tudo e a todos que por ele passavam. Todos apenas corriam, nunca paravam, algo buscavam. Ele não entendia, e a um deles perguntava.

Ele morava numa casa gigante, distante, entre árvores e gelada, com uma lareira na sala. Não aceitava regras, não por ser rebelde, mas por não fazerem sentido. Seus pais eram religiosos mas ele não era, por mais que tentasse e ele tentou. Ele seguia o que seu coração pedia. Dormia dentro do balde de roupa suja, às 4 da manhã, comendo porcarias, assistindo 101 Dálmatas. Sua mãe ficava muito brava. Logo ele pensava…